Especialidade
Cardiopatias congênitas
Do diagnóstico ao seguimento longitudinal — com escuta ativa das famílias e comunicação direta com a equipe multidisciplinar.
Uma jornada, não um evento isolado
O diagnóstico de uma cardiopatia congênita marca o início de um cuidado contínuo. O acompanhamento longitudinal permite detectar mudanças, ajustar condutas e preparar decisões cirúrgicas com o melhor tempo clínico possível.
Cardiopatias mais frequentemente acompanhadas
- Comunicação interatrial (CIA) e interventricular (CIV)
- Persistência do canal arterial (PCA)
- Tetralogia de Fallot e outras cianóticas
- Coarctação da aorta e valvopatias congênitas
- Cardiopatias complexas em seguimento pós-cirúrgico
Como o cuidado é organizado
- Confirmação diagnóstica com ecocardiografia detalhada
- Ecocardiograma 3D e strain miocárdico quando indicados
- Definição do plano de seguimento individualizado
- Articulação com cirurgia cardiovascular pediátrica quando necessário
- Preparação para procedimentos cirúrgicos ou por cateter
- Comunicação clara com o pediatra assistente
Transição para o cuidado do adulto
A cardiopatia congênita é uma condição para a vida toda. A passagem da cardiologia pediátrica para o cuidado do adulto é um momento crítico e é planejada com antecedência para evitar perda de seguimento — em articulação com o cardiologista de adultos com cardiopatia congênita (GUCH).
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